sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Eles são Mary Kay

Hello readers,
Elio Ribeiro e Johnny Dias

Hoje rola aqui no BM uma top entrevista, e os entrevistados são:

Elio Ribeiro: formado em Publicidade e Propaganda, com pós em Recursos Humanos em Trainner em PNL, palestrante e escritor.
Johnny Dias: formado em filosofia, com cursos de atualização pelo Sistema S, Sistema Foco conhecedor FGV, Mestrado em Educação com Foco em Relações Interpessoais, escritor, palestrante e Diretor de Vendas Ind Mary Kay.

1. Elio, soubemos que você é muito conhecedor dos planos de marketing das principais empresas de MMN, por isso surge à pergunta: por que optou por sua atual empresa?
R: Esta é fácil. Porque não estamos falando de uma empresa que acaba de chegar ao Brasil ou cuja existência não apenas pequena como perigosa para grandes investidas, estamos falando simplesmente de uma empresa ética, que esta há 40 anos no mercado mundial e 15 anos no brasileiro, faturando a sua marca de mais de 2,6 bilhões.

2. Johnny, nós quando observamos o seu currículo, que é cheio de ótimas experiências, nos questionamos qual o motivo que o fez começar do zero?
R: (Risos) Esta é uma pergunta que sempre me fazem. Analise o seguinte, no mercado tradicional eu sempre estive engessado; inicie a minha carreira profissional em empresas de médio porte e pude acompanhar toda sorte de aventuras e desventuras. Já administrei 200 colaboradores, e tudo isso contribuiu para minha análise muito crítica do mercado tradicional. Ele não é apenas injusto (ao meu ver), me perdoe o termo, ainda escravocrata. Eu trabalhei com metalúrgicos e vi de perto o desgaste físico, o desprezo por suas atividades, e sempre me espantava o quanto ele valia para empresa, e na contramão, o que ela conquistava com sua exploração. Ao sair do regime CLT eu não perdi, eu me libertei. Não ter uma carteira é saber que eu vou chegar onde eu puder, só depende de mim. Eu gerencio a minha carreira, e todo o meu conhecimento ajuda neste trajeto.

3. Elio, existe medo e o estigma de muitos que: "trabalhar com produtos de beleza é uma função essencialmente feminina", o que você pensa a respeito?
R: Veja bem, medo é falta de conhecimento. Agora, quando se pensa desta forma estamos colaborando para a construção e manutenção da fissura do mercado de trabalho, onde sempre o mais fraco cai. É preciso o entendimento de que não se trata de vender perfumes, ou de maquiagem, e sim do gerenciamento da carreira. Se todos os que se dedicam a esta atividade entendessem, certamente chegariam ao topo de suas carreiras com uma enorme facilidade, mas para isso é preciso resposta à pergunta: "o que você quer?"

4. Johnny, como é trabalhar com mulheres, em sua maioria?
R: Hoje eu trabalho na maioria com mulheres, mas existem homens, aliás, grandes líderes ao meu lado, como o próprio Elio Ribeiro. Entretanto, trabalhar com mulher, no reconhecido século da mulher, não é apenas uma vantagem competitiva como uma coroação, sempre acreditei na mudança mundial protagonizada por mulheres, mas é preciso entender se é este o século da mulher, não estamos falando de qualquer mulher, antes da poderosa, ou daquela dispostas a mudar. Ninguém nasce poderosa, tornar-se.

5. Uma frase importante.

Elio:
"Eu deixo uma pergunta importante: O que você quer? Quando?"

Johnny:
"E eu um desafio: Chega de perder!"


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